quarta-feira, 6 de abril de 2011

A carta roubada

  
                   A carta roubada

     Augusto Dupin estava em sua biblioteca quando de repente o chefe da policia parisiense foi informado que um documento de maior importância foi roubado, de uma senhora, por um ministro.
     A senhora estava lendo, quando foi interrompida por outro personagem, que ela não gostaria que visse o conteúdo.
     A senhora deixou o papel sobre a mesa, e foi atender a porta, neste momento entrou o ministro e viu a carta sobre a mesa.
     Enquanto a senhora conversa ele se aproximou e colocou uma carta de aspecto parecido no lugar e levou a cópia original. A dona viu tudo mas não podia fazer nada, porque uma terceira pessoa no aposento. A carta não poderia cair em qualquer mão, pois colocaria a homrra de uma pessoa de alta hierarquia.
     A policia realizou, buscas completas no palácio do ministro olharam todos os cantos do edifício, mas não encontrei nada, será que está escondido aqui mesmo.
     Passou um mês, examinei o apartamento, mas foi inútil.
     Então ofereceram uma recompensa, para quem trouxesse a carta. Seu Dupim resolveu ir procurar pessoalmente a carta, pois ele tinha uma chave que abria qualquer porta e o ministro costumava se ausentar da casa freqüentemente.
     Os policiais mais uma, entraram no apartamento do ministro e não conseguiram achar nada e assim se passou mais um mês e nada.
     Então a recompensa novamente subiu o preço senhor Dupim falou:
     - pode preencher o cheque, pois achei a carta.
     Dupim se pôs á explicar como recuperou a carta, senhor G agarrou a carta com mãos tremulas e começou a ler, mal conseguia falar qualquer letra.
     Dupim falou que havia escrito uma carta parecida colocou no lugar da original e saiu rapidamente do apartamento. Oque você escreveu nesta carta, copiei alguns versos com minha letra e assim deixei sobre a gaveta.
     “ Se não é digno de atreu é digno de Tiestes ’’

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